Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns sobre o DIVZ: onde ficam os dados, o que acontece se o banco ficar ocioso, se dá para usar extensões, como funciona a cobrança e o que muda em relação a um Postgres tradicional.

O DIVZ é PostgreSQL de verdade ou um banco compatível?

É PostgreSQL 16 de verdade, o mesmo binário do projeto oficial. O que muda é a camada de armazenamento embaixo, que separa dados de processamento e permite branches e PITR. Do lado do cliente, é o protocolo padrão: qualquer driver, ORM ou ferramenta de Postgres funciona sem adaptação.

Onde ficam os meus dados?

A região padrão é Falkenstein, na Alemanha, e há uma segunda região em São Paulo. A escolha é por projeto e pode ser trocada depois. A operação é da MDA Brasil, empresa brasileira sujeita à LGPD.

O que acontece se o banco ficar ocioso?

O compute do projeto reduz consumo quando não há conexão e volta a atender na próxima requisição. Como a cobrança é fixa em real, isso não muda o valor da sua fatura — é uma economia de recurso do servidor, não um mecanismo de preço.

Como funciona a cobrança?

Preço fixo mensal em real, por plano: Explorar R$ 0, Starter R$ 49, Pro R$ 149 e Business R$ 399. Não há cobrança por hora de compute, por GB trafegado nem por número de conexões. O que o plano define são limites de projetos, armazenamento, branches e janela de PITR.

Posso usar extensões do PostgreSQL?

Sim, a partir de uma allowlist que inclui pgcrypto, uuid-ossp, vector e outras. Você instala pelo console ou pela API, e consulta as disponíveis em GET /api/v1/projects/:id/extensions. Extensões que exigem código nativo arbitrário ficam de fora por isolamento.

Qual a diferença entre um branch e um backup?

Um branch é uma cópia viva a partir de um instante, para você testar ou desenvolver — e ele some quando você o apaga. Backup é a capacidade de voltar no tempo depois de um acidente: no DIVZ isso é o PITR, que restaura qualquer segundo dentro da janela do plano, mais um dump lógico diário cifrado.

Preciso instalar algum driver ou SDK do DIVZ?

Não. Você recebe uma connection string PostgreSQL padrão, na porta 5432, com TLS obrigatório. Prisma, Drizzle, SQLAlchemy, ActiveRecord, psql e pgAdmin conectam direto.

Dá para conectar um agente de IA ao meu banco?

Sim. O DIVZ tem um servidor MCP oficial com 16 ferramentas — listar projetos, rodar SQL, criar branches, ver estatísticas — que funciona no Claude Desktop, no Cursor e em qualquer cliente MCP. Uma chave de escopo READ deixa o agente consultar sem poder escrever, porque a consulta roda em transação read-only garantida pelo PostgreSQL.

O que acontece se eu passar do limite do meu plano?

A operação que estouraria o limite é recusada com o código HTTP 402 e uma mensagem dizendo qual limite foi atingido. Nada é apagado e o banco continua funcionando — o bloqueio é na criação de recurso novo, não no acesso ao que já existe.

Como eu levo meus dados embora?

Com pg_dump, usando a mesma connection string do dia a dia, ou pedindo o dump do projeto ao suporte. Não há formato proprietário nem exportação especial: é um banco PostgreSQL padrão do começo ao fim.

Não achou a sua pergunta?

Abra um chamado em console.divz.com.br/suporte. Perguntas que aparecem mais de uma vez viram documentação.